
Vivemos em um mundo cercado por imagens. Não passamos um dia sequer sem entrar em contato com elas na televisão, internet, outdoors e outros meios que as contém. Conhecemos o ‘mundo’ através delas. Não precisamos ir à Nova Iorque para termos ao menos uma noção de como é a Times Square, nem conhecermos artistas famosos para sabermos algumas de suas características físicas.
Porém, já paramos para pensar o quanto esse oceano que nos cerca é grande e ao mesmo tempo sedutor? Já pensamos nas intencionalidades dessas imagens? Quando o objetivo é responder a essas perguntas, o não é a resposta mais provável. Isso porque, apesar de não nos vermos assim, somo Analfabetos Visuais. Aprendemos a ler e escrever desde pequenos, porém, pouco sabemos sobre outros tipos de linguagem que não sejam a escrita e a oral. A fotografia é uma dessas linguagens que deveria ser ensinada desde bem cedo.
Quando falamos em processo de aprendizado visual, estamos falando em um tipo aprendizado análogo a qualquer outro. Aprendemos a ler e escrever, ou seja, receber uma mensagem e produzi-la em um código escrito. No campo das imagens o processo é o mesmo, ou deveria ser. Assim, fotografar é tão importante quanto saber interpretar uma fotografia. A produção, leitura e interpretação devem andar sempre juntas. Porém esse conhecimento permanece restrito aos fotógrafos, professores universitários e estudantes de fotografia que, talvez, por reivindicarem um saber próprio, preocupam-se em guardá-lo a sete chaves.
Outra causa para esse analfabetismo é que, apesar de estarmos nessa sociedade da imagem, não recebemos essa educação visual em nossa vida acadêmica. Isso porque as escolas se apegam a métodos antigos ou entendem as imagens como meras auxiliares para o ensino da linguagem escrita. Poucas são as iniciativas de discussões sobre fotografias e filmes e quando existem, ainda são muito rasas. Assim, acostumamo-nos com esse oceano profundo das imagens em que estamos perdidos, mas não nos perguntamos se sabemos nadar. Ficamos a deriva, sem chegar a qualquer lugar.
Porém, já paramos para pensar o quanto esse oceano que nos cerca é grande e ao mesmo tempo sedutor? Já pensamos nas intencionalidades dessas imagens? Quando o objetivo é responder a essas perguntas, o não é a resposta mais provável. Isso porque, apesar de não nos vermos assim, somo Analfabetos Visuais. Aprendemos a ler e escrever desde pequenos, porém, pouco sabemos sobre outros tipos de linguagem que não sejam a escrita e a oral. A fotografia é uma dessas linguagens que deveria ser ensinada desde bem cedo.
Quando falamos em processo de aprendizado visual, estamos falando em um tipo aprendizado análogo a qualquer outro. Aprendemos a ler e escrever, ou seja, receber uma mensagem e produzi-la em um código escrito. No campo das imagens o processo é o mesmo, ou deveria ser. Assim, fotografar é tão importante quanto saber interpretar uma fotografia. A produção, leitura e interpretação devem andar sempre juntas. Porém esse conhecimento permanece restrito aos fotógrafos, professores universitários e estudantes de fotografia que, talvez, por reivindicarem um saber próprio, preocupam-se em guardá-lo a sete chaves.
Outra causa para esse analfabetismo é que, apesar de estarmos nessa sociedade da imagem, não recebemos essa educação visual em nossa vida acadêmica. Isso porque as escolas se apegam a métodos antigos ou entendem as imagens como meras auxiliares para o ensino da linguagem escrita. Poucas são as iniciativas de discussões sobre fotografias e filmes e quando existem, ainda são muito rasas. Assim, acostumamo-nos com esse oceano profundo das imagens em que estamos perdidos, mas não nos perguntamos se sabemos nadar. Ficamos a deriva, sem chegar a qualquer lugar.
Esse blog pretende ser essa escola de natação e aprender a nadar nesse mundo é essencial!